quinta-feira, 8 de novembro de 2007
DESESPERO COM O FIM DE UMA PAIXÃO
O estudante de direito Roberto Márcio Marra, 25 anos, matou sua ex namorada Érica Alves Arantes, 22 anos, com 13 tiros no apartamento onde ela morava com a família no bairro Ouro Preto, região da Pampulha, em Belo Horizonte. Pouco mais de uma hora depois, o jovem deu cabo da própria vida, se jogando do nono andar do Centro Universitário Newton Paiva, no Caiçara, região Noroeste da capital, onde estudava. A atitude tomada pelo estudante deixou parentes e amigos perplexos. Além da dor, as dúvidas sobre o que teria levado ao ato de desesperado eram comentadas ontem durante o velório do universitário. Ele foi enterrado no final da tarde no cemitério Bosque da Esperança. Centenas de pessoas acompanharam o sepultamento. Amigos de infância e da turma de direito do Centro Universitário Newton Paiva também compareceram para as últimas homenagens. Na expressão de todos, a incredulidade. Para os parentes, a única explicação para a tragédia, seria o desespero.
POP ROCK BRASIL 2007
O Pop Rock Brasil 2007 já divulgou a programação completa. Nos dias 17 e 18 de novembro (sábado e domingo), o evento reúne muitos fãs do gênero e confirma por que a realização se consolida, cada vez mais, no calendário de baladas e festas da capital. Esta edição comemora 24 anos de evento e conta com grandes nomes, como Skank, Capital Inicial, Strike, Fresno, Tianastácia, O Rappa, NX Zero, Jota Quest, entre outros. A bola da vez é a cantora internacional Jojo que, aos 15 anos, já emplacou grandes hits como "To little too late" e "How to touch a girl". Uma novidade em 2007 é o Combate Pop Rock Brasil, uma ação que elenca bandas para uma votação a ser realizada no próprio site do PRB. Logo após, dois grupos entram no line-up da produção como convidados.
As diversas pessoas que adoram pular no pop rock Brasil dispensam roupas pesadas ou salto alto. O evento é para pular, dançar, correr e ficar à vontade. Antes de sair de casa fazer uma refeição leve com legumes, frutas, verduras e carnes magras é fundamental. Os baladeiros costumam levar somente o essencial. Celular, i.Pod, máquina fotográfica, carteira cheia de documentos podem ser perdidos e darem um baita prejuízo. Beber muita água também é primordial. A água repõe os sais minerais que se vão junto com tanta energia gasta. E como já disseram por aí, é bom nunca esquecer de usar o filtro solar.
O Pop rock Brasil 2007 possui um enorme contingente de seguranças particulares, e além deles, a Polícia Civil e a Polícia Militar apóiam o evento e disponibilizam seus homens para manter a paz e a segurança de todos que vão ao evento. O Corpo de Bombeiros também precisa estar presente no evento e, como todos os anos, os bombeiros estarão disponíveis para ajudar a resolver eventuais incidentes. Além da segurança, enfermeiros, postos de atendimento de primeiros socorros e ambulâncias estarão a postos no evento. Existe um espaço reservado para deficientes físicos curtirem o show com mais tranqüilidade e diversos camarotes para atender a todos os gostos.
Com tanta estrutura e criatividade para realização do evento, só vai faltar o bom senso dos roqueiros e curtidores que estarão no local. As pessoas devem ser responsáveis o bastante para curtir o show com respeito a si próprio e ao próximo, preservando a vida antes do uso de drogas e bebidas alcóolicas.
As diversas pessoas que adoram pular no pop rock Brasil dispensam roupas pesadas ou salto alto. O evento é para pular, dançar, correr e ficar à vontade. Antes de sair de casa fazer uma refeição leve com legumes, frutas, verduras e carnes magras é fundamental. Os baladeiros costumam levar somente o essencial. Celular, i.Pod, máquina fotográfica, carteira cheia de documentos podem ser perdidos e darem um baita prejuízo. Beber muita água também é primordial. A água repõe os sais minerais que se vão junto com tanta energia gasta. E como já disseram por aí, é bom nunca esquecer de usar o filtro solar.
O Pop rock Brasil 2007 possui um enorme contingente de seguranças particulares, e além deles, a Polícia Civil e a Polícia Militar apóiam o evento e disponibilizam seus homens para manter a paz e a segurança de todos que vão ao evento. O Corpo de Bombeiros também precisa estar presente no evento e, como todos os anos, os bombeiros estarão disponíveis para ajudar a resolver eventuais incidentes. Além da segurança, enfermeiros, postos de atendimento de primeiros socorros e ambulâncias estarão a postos no evento. Existe um espaço reservado para deficientes físicos curtirem o show com mais tranqüilidade e diversos camarotes para atender a todos os gostos.
Com tanta estrutura e criatividade para realização do evento, só vai faltar o bom senso dos roqueiros e curtidores que estarão no local. As pessoas devem ser responsáveis o bastante para curtir o show com respeito a si próprio e ao próximo, preservando a vida antes do uso de drogas e bebidas alcóolicas.
terça-feira, 12 de junho de 2007
Tribos urbanas
Créditos: Internet
Por Ana Angélica Pequeno
Tribo urbana, expressão ainda ignorada por vários sociólogos, é um grupo de amigos que segue determinado estilo de vida. Cada tribo possui seu jeito próprio de se vestir, suas próprias músicas, esportes que praticam e até gostos sexuais próprios. Membros de tribos urbanas geralmente vivem em grandes metrópoles e são jovens entre quatorze e vinte anos.
Tribo urbana, expressão ainda ignorada por vários sociólogos, é um grupo de amigos que segue determinado estilo de vida. Cada tribo possui seu jeito próprio de se vestir, suas próprias músicas, esportes que praticam e até gostos sexuais próprios. Membros de tribos urbanas geralmente vivem em grandes metrópoles e são jovens entre quatorze e vinte anos.
Atos de Souza Lima, 19 anos, faz parte da tribo dos metaleiros, mas conta não ter nascido com o sangue metal correndo em suas veias. Quando tinha uns 16 anos de idade era considerado o mais nerd de todos os alunos, mas também se achava o patinho feio de todo o colégio. Certo dia Atos se cansou de ser o nerd ignorado e ridicularizado pelos colegas, e tomou uma atitude drástica que visou ofender diretamente seus inimigos de sala de aula, resolveu deixar o cabelo crescer. A princípio, as pessoas apenas pensaram que ele estava algum tempo sem tomar banho, ou sem dinheiro pro barbeiro. Mas logo começaram a notar sua mudança no estilo de roupas: o nerd passou a usar camisetas pretas com desenhos silkados coloridos e nomes de bandas desconhecidas. Juntando com o cabelo comprido, ele foi lentamente se transformando num ser que teoricamente causa mais medo que um menino feio de óculos. Some-se a isso uma dose pesada de musculação (feita por ele para agora poder dar porrada nos mano), ele tornou-se uma criatura quase que aversiva, porém se sentia normal e muito feliz no grupo que o acompanhava. Na verdade, ele conta que continuou sendo zoado do mesmo jeito pelos colegas de classe, mas sentia que eles falavam pelas costas, pois tinham medo do que lhes pudessem acontecer. E de qualquer forma, agora Atos estava com cabelo grande para se esconder de qualquer zoação.
Todo metaleiro adoraria pegar alguma das meninas gostosinhas da classe. Mas ele normalmente é um ser feio e repulsivo que mal consegue falar com as meninas. E as mocinhas gostosinhas estão mais interessadas nos rapazes surfistas e skatistas. Dionízio Silveira Diniz, 23 anos, é skatista de carteirinha e confessa que apesar de não se achar nenhum galã de novela, faz muito sucesso com as garotas. Os skatistas, com seu jeito próprio de vestir, têm inspirado tanto as passarelas do universo fashion quanto a roupa do dia-a-dia. Diz Dionísio “o estilo pré-definido pela sociedade é calça larga, camiseta gigante e tênis ralado. Para a tribo, ser skatista é pensar nele 24 horas, é passar dias tentando uma manobra”, afirma. “Ser skatista é olhar para qualquer lugar e já pensar se dá para andar de skate, é cair e ralar, mas, quando acerta uma manobra, a satisfação vale a pena”.O homem tem uma necessidade de expressão que não se consegue deter. É preciso olhar para as diversas culturas e procurar entendê-las. Não adianta ser a favor ou contra. Sempre acompanharemos diversas tribos juvenis, onde milhares de jovens investem na estética das marcas corporais (tatuagens e piercings), participam de movimentos musicais e desejam se manifestar pela preferência momentânea ou permanente de uma moda ou um artista pop.
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Todo metaleiro adoraria pegar alguma das meninas gostosinhas da classe. Mas ele normalmente é um ser feio e repulsivo que mal consegue falar com as meninas. E as mocinhas gostosinhas estão mais interessadas nos rapazes surfistas e skatistas. Dionízio Silveira Diniz, 23 anos, é skatista de carteirinha e confessa que apesar de não se achar nenhum galã de novela, faz muito sucesso com as garotas. Os skatistas, com seu jeito próprio de vestir, têm inspirado tanto as passarelas do universo fashion quanto a roupa do dia-a-dia. Diz Dionísio “o estilo pré-definido pela sociedade é calça larga, camiseta gigante e tênis ralado. Para a tribo, ser skatista é pensar nele 24 horas, é passar dias tentando uma manobra”, afirma. “Ser skatista é olhar para qualquer lugar e já pensar se dá para andar de skate, é cair e ralar, mas, quando acerta uma manobra, a satisfação vale a pena”.O homem tem uma necessidade de expressão que não se consegue deter. É preciso olhar para as diversas culturas e procurar entendê-las. Não adianta ser a favor ou contra. Sempre acompanharemos diversas tribos juvenis, onde milhares de jovens investem na estética das marcas corporais (tatuagens e piercings), participam de movimentos musicais e desejam se manifestar pela preferência momentânea ou permanente de uma moda ou um artista pop.
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terça-feira, 5 de junho de 2007
Educação e prevenção do abuso de drogas ilícitas
Por Ana Angélica Pequeno
A OMC já definira o abuso de drogas, 10 anos atrás, como uma doença social epidêmica, isto é, uma epidemia social. Assim como as demais epidemias ela apresenta os 3 fatores fundamentais: o Agente (droga), o Hospedeiro (o jovem) e o Ambiente Favorável (família, meio social, etc). A essência do uso de drogas está na maturidade e força do jovem, nas mensagens e no sistema de suporte do meio onde vive, e na disponibilidade e na atratividade das drogas para ele.
Não se pode acabar de vez com as drogas ilícitas porque elas possuem sua parcela de efeitos terapêuticos; o que se pode fazer como prevenção é diminuir sua disponibilidade através de um controle rigoroso em legislação adequada e minimizar a sua atratividade através da educação. O que não se deve fazer, embora seja de costume, é procurar culpados, atribuir responsabilidades pelo vício a um ou outro agentes da sociedade.
Alguns estudiosos são contra a discussão de temas relativos a drogas ao nível do povo porque acreditam que isso pode despertar a curiosidade das pessoas e então difundir seu uso. Outros já pensam o contrário: se o jovem não for educado por educadores profissionais, irão aprender nas ruas com amigos e afins geralmente usuários, e de uma maneira bastante distorcida.Atualmente é inevitável que se discuta sobre o assunto, dada a gama enorme de meios que veiculam o tema, sobretudo a mídia através da TV, além de livros tidos como best-sellers, embora por vezes abordem o assunto de maneira inconsequente e imprópria.As razões que levam os jovens ao uso de drogas costumam ser de cunho social, com fuga aos problemas do cotidiano e desestruturação familiar, ou simplesmente a busca do prazer.
Para se alcançar o vicio o individuo precisa seguir um caminho aparentemente longo, mas que é bem mais curto que o da volta. É usado um método de vendas eficaz, chamado AINDA, que envolve a Atenção, Interesse, Desejo e Aquisição. A Atenção é despertada gratuitamente por toda a mídia. O Interesse provém, além da mídia, das informações erradas ou mesmo da falta delas. A Aquisição é incentivada pela distribuição gratuita no início, para se obter um consumidor cativo a mais.
Uma prova de completa submissão às drogas fica comprovada quando o usuário vê os ajustados de personalidade como “caretas”, considerando-se muito sábio e esperto. Ele passa a ser o resultado do processo de lavagem cerebral contraído no seu meio social. Como cristãos, nossa tristeza é potencializada ao constatar que o dinheiro adquirido de maneira tão aviltante pode comprar a honra de homens que deveriam produzir para o bem comum, além de outros, que deveriam proteger a sociedade não o fazem e propiciam ao malfeitor livre trânsito junto às pessoas e locais de sua convivência, quase sempre com o intuito de dar continuidade às suas ações criminosas. A questão de provar seus atos delituosos ou de desmascara-los, muitas vezes é negligenciada e seus atos acobertados.
Não existe nenhum argumento plausível que justifique alguém se agredir com seu uso. Dizer que é natural, que só uma vez não vicia, que dá prazer e que não usar é coisa de careta entre outros argumentos, são apenas jogos de manipulação de mentes desinformadas. Tanto o é que o traficante-chefe não usa drogas, por conhecerem muito bem a mercadoria que vendem. Não querem sua própria desgraça e sim a do outro. O dependente de drogas, em todas as circunstâncias é vitima, e deve ser compreendido. Tratar o dependente como um delinqüente comum é que poderia ser considerado crime. Outra consideração importante é um alerta que se faz a quem pensa em traficar; o objetivo dessas pessoas é manter seu vício ou mesmo fazer fortuna. Ao invés de se depararem com a ação espontânea da polícia, o que pode ocorrer é essas pessoas serem denunciadas pelos próprios colegas traficantes, que os utilizam como iscas para a polícia enquanto planejam e executam movimentações maiores.
Não se pode acabar de vez com as drogas ilícitas porque elas possuem sua parcela de efeitos terapêuticos; o que se pode fazer como prevenção é diminuir sua disponibilidade através de um controle rigoroso em legislação adequada e minimizar a sua atratividade através da educação. O que não se deve fazer, embora seja de costume, é procurar culpados, atribuir responsabilidades pelo vício a um ou outro agentes da sociedade.
Alguns estudiosos são contra a discussão de temas relativos a drogas ao nível do povo porque acreditam que isso pode despertar a curiosidade das pessoas e então difundir seu uso. Outros já pensam o contrário: se o jovem não for educado por educadores profissionais, irão aprender nas ruas com amigos e afins geralmente usuários, e de uma maneira bastante distorcida.Atualmente é inevitável que se discuta sobre o assunto, dada a gama enorme de meios que veiculam o tema, sobretudo a mídia através da TV, além de livros tidos como best-sellers, embora por vezes abordem o assunto de maneira inconsequente e imprópria.As razões que levam os jovens ao uso de drogas costumam ser de cunho social, com fuga aos problemas do cotidiano e desestruturação familiar, ou simplesmente a busca do prazer.
Para se alcançar o vicio o individuo precisa seguir um caminho aparentemente longo, mas que é bem mais curto que o da volta. É usado um método de vendas eficaz, chamado AINDA, que envolve a Atenção, Interesse, Desejo e Aquisição. A Atenção é despertada gratuitamente por toda a mídia. O Interesse provém, além da mídia, das informações erradas ou mesmo da falta delas. A Aquisição é incentivada pela distribuição gratuita no início, para se obter um consumidor cativo a mais.
Uma prova de completa submissão às drogas fica comprovada quando o usuário vê os ajustados de personalidade como “caretas”, considerando-se muito sábio e esperto. Ele passa a ser o resultado do processo de lavagem cerebral contraído no seu meio social. Como cristãos, nossa tristeza é potencializada ao constatar que o dinheiro adquirido de maneira tão aviltante pode comprar a honra de homens que deveriam produzir para o bem comum, além de outros, que deveriam proteger a sociedade não o fazem e propiciam ao malfeitor livre trânsito junto às pessoas e locais de sua convivência, quase sempre com o intuito de dar continuidade às suas ações criminosas. A questão de provar seus atos delituosos ou de desmascara-los, muitas vezes é negligenciada e seus atos acobertados.
Não existe nenhum argumento plausível que justifique alguém se agredir com seu uso. Dizer que é natural, que só uma vez não vicia, que dá prazer e que não usar é coisa de careta entre outros argumentos, são apenas jogos de manipulação de mentes desinformadas. Tanto o é que o traficante-chefe não usa drogas, por conhecerem muito bem a mercadoria que vendem. Não querem sua própria desgraça e sim a do outro. O dependente de drogas, em todas as circunstâncias é vitima, e deve ser compreendido. Tratar o dependente como um delinqüente comum é que poderia ser considerado crime. Outra consideração importante é um alerta que se faz a quem pensa em traficar; o objetivo dessas pessoas é manter seu vício ou mesmo fazer fortuna. Ao invés de se depararem com a ação espontânea da polícia, o que pode ocorrer é essas pessoas serem denunciadas pelos próprios colegas traficantes, que os utilizam como iscas para a polícia enquanto planejam e executam movimentações maiores.
segunda-feira, 28 de maio de 2007
Cota para negros nas universidades
Por Ana Angélica Pequeno
Temos conhecimento de que a exposição racista no Brasil é problema decorrente, sobretudo, do tráfico negreiro, vindo dos séculos passados para trabalhos escravos, principalmente, no plantio da cana-de-açúcar, muito embora alguns tenham sido destinados a outras áreas, ou então tenham tornado empregados particulares de seus senhores. O tempo, no entanto, não pôde evitar que se arrastassem os costumes de tal época. Ainda hoje lidamos com a questão do racismo em larga escala, a ponto de discutirmos a viabilidade ou não das cotas para negros nas universidades públicas.
Se a cota fosse destinada aqueles de classe socioeconômica inferior tudo bem. O problema é que o próprio negro, ao tentar a inserção no mundo universitário através de um direito exclusivo já se auto-exclui da sociedade. É como se fosse um portador de necessidades especiais.
As vagas devem ser dos mais competentes. E se um branco mais capacitado perde a vaga para um menos capacitado só pelo fato de ele ser negro? Acredito que as vagas devem ser disputadas sem diferenciação de raças. O problema não está no nível social, na cor ou raça de quem entra na faculdade, mas sim no conhecimento que esta pessoa possui para ingressar no ensino superior. Independente de cor ou sexo, qualquer pessoa é capaz de chegar onde quiser, desde que batalhe insistentemente por isso, enfrentando todos os obstáculos necessários para a realização e concretização de tal objetivo. O que os negros devem requerer são as condições igualitárias para concorrer às vagas.
A criação de cotas para negros exibe a drástica situação a que chegou o sistema educacional brasileiro, que exibe uma estrutura arcaica e vive há muito tempo uma crise sem precedentes. Diferente de alguns anos atrás, a escola pública configura hoje um local de passatempo e de diversão para a maioria dos estudantes, que em grande parte, principalmente os mais pobres, dirige-se a essas instituições apenas para garantir a alimentação do dia. Assim, as autoridades incompetentes acham que para resolver esse “pequeno problema”, basta apenas regulamentar quem deve ou não ingressar numa universidade. Por outro lado é justo disponibilizar essas cotas, pois com certeza há muito que fazer para diminuir tais desigualdades tão presentes na nossa sociedade. O sistema de cotas é um dos que podem ajudar a diminuir tais desigualdades, uma vez que, já formado, o salário de determinada pessoa tende melhorar, pois consegue obter um emprego melhor. Logo, este que conseguiu entrar através do sistema de cotas, poderá então matricular seu filho em uma faculdade particular (com certeza não irá colocá-lo em uma escola pública por causa da qualidade) e conquistará as mesmas condições que a classe média/alta brasileira tem hoje em grande peso nas faculdades públicas.
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Temos conhecimento de que a exposição racista no Brasil é problema decorrente, sobretudo, do tráfico negreiro, vindo dos séculos passados para trabalhos escravos, principalmente, no plantio da cana-de-açúcar, muito embora alguns tenham sido destinados a outras áreas, ou então tenham tornado empregados particulares de seus senhores. O tempo, no entanto, não pôde evitar que se arrastassem os costumes de tal época. Ainda hoje lidamos com a questão do racismo em larga escala, a ponto de discutirmos a viabilidade ou não das cotas para negros nas universidades públicas.
Se a cota fosse destinada aqueles de classe socioeconômica inferior tudo bem. O problema é que o próprio negro, ao tentar a inserção no mundo universitário através de um direito exclusivo já se auto-exclui da sociedade. É como se fosse um portador de necessidades especiais.
As vagas devem ser dos mais competentes. E se um branco mais capacitado perde a vaga para um menos capacitado só pelo fato de ele ser negro? Acredito que as vagas devem ser disputadas sem diferenciação de raças. O problema não está no nível social, na cor ou raça de quem entra na faculdade, mas sim no conhecimento que esta pessoa possui para ingressar no ensino superior. Independente de cor ou sexo, qualquer pessoa é capaz de chegar onde quiser, desde que batalhe insistentemente por isso, enfrentando todos os obstáculos necessários para a realização e concretização de tal objetivo. O que os negros devem requerer são as condições igualitárias para concorrer às vagas.
A criação de cotas para negros exibe a drástica situação a que chegou o sistema educacional brasileiro, que exibe uma estrutura arcaica e vive há muito tempo uma crise sem precedentes. Diferente de alguns anos atrás, a escola pública configura hoje um local de passatempo e de diversão para a maioria dos estudantes, que em grande parte, principalmente os mais pobres, dirige-se a essas instituições apenas para garantir a alimentação do dia. Assim, as autoridades incompetentes acham que para resolver esse “pequeno problema”, basta apenas regulamentar quem deve ou não ingressar numa universidade. Por outro lado é justo disponibilizar essas cotas, pois com certeza há muito que fazer para diminuir tais desigualdades tão presentes na nossa sociedade. O sistema de cotas é um dos que podem ajudar a diminuir tais desigualdades, uma vez que, já formado, o salário de determinada pessoa tende melhorar, pois consegue obter um emprego melhor. Logo, este que conseguiu entrar através do sistema de cotas, poderá então matricular seu filho em uma faculdade particular (com certeza não irá colocá-lo em uma escola pública por causa da qualidade) e conquistará as mesmas condições que a classe média/alta brasileira tem hoje em grande peso nas faculdades públicas.
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sábado, 12 de maio de 2007
Semana de literatura incentiva aprendizado em Faculdade de Belo Horizonte
Por Ana Angélica Pequeno
A Faculdade Estácio de Sá de Belo Horizonte em parceria com a Academia Mineira de Letras promoveu nos dias 7 a 11 de maio a semana de literatura e comunicação, realizadas no centro de convenções JK da faculdade. Os alunos dos cursos de comunicação social e publicidade e propaganda foram privilegiados em assistir as apresentações de jornalistas, publicitários, especialistas e muitos outros profissionais que passaram um pouco sobre literatura, música, construção de personagens, blogs, literatura online, poética publicitárias e muitas outras coisas interessantes.
No dia 8 de maio houve discussão sobre as diferenças especificidades no processo de criação da personagem em textos literários, jornalísticos, publicitários e teatrais. Foram convidados para serem os palestrantes do dia a atriz, professora de língua portuguesa e teatro Angelita Cristiane Candido, o jornalista e cronista do caderno de Cultura do Estado de Minas Carlos Herculano de Oliveira Lopes e o publicitário Jorge Netto. A palestra foi bastante descontraída e se passou mais como um programa de entrevista, onde o professor Carlos Alberto Santos, jornalista graduado pela Puc-MG, fez perguntas aos convidados presentes.
O publicitário Jorge Netto chamou muita atenção do público quando resolveu apresentar no telão algumas imagens publicitárias como, por exemplo, o homem bombril, que segundo ele foi quem mais durou fazendo propagandas de um só produto na história da televisão brasileira. O conselho do publicitário que não deve ter saído da cabeça de ninguém é também sobre uma campanha publicitária: “Para fazer a diferença faça ZIG enquanto todos estão fazendo ZAG”.
A atriz Angelita Cristiane falou bem sobre teatro e foi bastante aplaudida quando contracenou ao vivo com o Jornalista Carlos Alberto uma cena de romance e provou que sabe interpretar e gosta do que faz.
Já o repórter e cronista Carlos Herculano Lopes foi bastante preciso ao falar sobre a construção de um personagem. Contou que em cada personagem criado por ele, compõe-se um pouquinho da história de sua vida, onde ele coloca muita emoção e entusiasmo em cada palavra.
A semana de literatura teve vários dias de muito proveito para os estudantes da faculdade Estácio de Sá, com temas bastante chamativos, curiosos e interessantes para o aprendizado e para a vida profissional de qualquer pessoa que almeja iniciar uma carreira de sucesso no mundo da comunicação.
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A Faculdade Estácio de Sá de Belo Horizonte em parceria com a Academia Mineira de Letras promoveu nos dias 7 a 11 de maio a semana de literatura e comunicação, realizadas no centro de convenções JK da faculdade. Os alunos dos cursos de comunicação social e publicidade e propaganda foram privilegiados em assistir as apresentações de jornalistas, publicitários, especialistas e muitos outros profissionais que passaram um pouco sobre literatura, música, construção de personagens, blogs, literatura online, poética publicitárias e muitas outras coisas interessantes.
No dia 8 de maio houve discussão sobre as diferenças especificidades no processo de criação da personagem em textos literários, jornalísticos, publicitários e teatrais. Foram convidados para serem os palestrantes do dia a atriz, professora de língua portuguesa e teatro Angelita Cristiane Candido, o jornalista e cronista do caderno de Cultura do Estado de Minas Carlos Herculano de Oliveira Lopes e o publicitário Jorge Netto. A palestra foi bastante descontraída e se passou mais como um programa de entrevista, onde o professor Carlos Alberto Santos, jornalista graduado pela Puc-MG, fez perguntas aos convidados presentes.
O publicitário Jorge Netto chamou muita atenção do público quando resolveu apresentar no telão algumas imagens publicitárias como, por exemplo, o homem bombril, que segundo ele foi quem mais durou fazendo propagandas de um só produto na história da televisão brasileira. O conselho do publicitário que não deve ter saído da cabeça de ninguém é também sobre uma campanha publicitária: “Para fazer a diferença faça ZIG enquanto todos estão fazendo ZAG”.
A atriz Angelita Cristiane falou bem sobre teatro e foi bastante aplaudida quando contracenou ao vivo com o Jornalista Carlos Alberto uma cena de romance e provou que sabe interpretar e gosta do que faz.
Já o repórter e cronista Carlos Herculano Lopes foi bastante preciso ao falar sobre a construção de um personagem. Contou que em cada personagem criado por ele, compõe-se um pouquinho da história de sua vida, onde ele coloca muita emoção e entusiasmo em cada palavra.
A semana de literatura teve vários dias de muito proveito para os estudantes da faculdade Estácio de Sá, com temas bastante chamativos, curiosos e interessantes para o aprendizado e para a vida profissional de qualquer pessoa que almeja iniciar uma carreira de sucesso no mundo da comunicação.
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quinta-feira, 10 de maio de 2007
Exercícios físicos são sinônimos de boa saúde
Por Ana Angélica Pequeno
Exercício Físico, como todo mundo já sabe, faz muito bem à saúde. Traz muitos benefícios aos Sistemas Respiratório e Cardiovascular, fortalece os músculos, é bom para regularizar o intestino, baixar o colesterol, perder peso e muitas outras coisas.
É recomendado para todas as idades, sendo que para os idosos é sempre melhor consultar um médico antes de começar a rotina dos exercícios físicos. Para um bom desenvolvimento e crescimento, começar a atividade física desde criança é o ideal. Jovens e adultos levam uma vida mais tranqüila e saudável quando tem o hábito de se exercitarem.
O importante é sempre fazer o que se gosta, andar ou correr, qualquer exercício é bom, ainda mais quando combinado à uma alimentação nutritiva. Principalmente para quem quer perder peso, um bom exercício aeróbico e refeições balanceadas são necessários para tal mérito. Um ponto é não fazer exercício nem quando estiver em jejum e nem com o estômago cheio.
Caminhar é um dos melhores exercícios físicos, um estudo feito na Universidade de Harvard revelou que este tipo de atividade reduz até 50% o risco de males cardíacos nas mulheres. Previne a hipertensão arterial, reduz os níveis de colesterol, ativa a circulação sanguínea, diminui em 17% o risco de um infarto, aumenta a capacidade cardiopulmonar e melhora também a freqüência cardíaca.
Para quem faz atividade física tem também que estar sempre de olho na quantidade de água que está perdendo. A reposição de água é super importante para o organismo. A dica é beber água antes, durante e depois da caminhada.
Atividade física é um fator essencial para a saúde dos ossos. Os benefícios dos exercícios para o esqueleto têm se manifestado por todo o ciclo de vida. Exercícios podem: afetar positivamente o pico de massa óssea em crianças e adolescentes; auxiliar a manter ou mesmo promover um modesto aumento na densidade óssea em adultos; auxiliar na diminuição da perda de massa óssea devida à idade em adultos mais velhos
Além de todos os benefícios já falados, um ponto interessante e importante é a força que o exercício dá às pessoas com depressão ou com o ânimo lá em baixo. Quando um indivíduo está praticando atividades físicas, o corpo libera uma substância chamada endorfina que é responsável pelo bem estar e auto-estima, fazendo com que esta pessoa venha a ter muitas melhoras psicológicas.
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Exercício Físico, como todo mundo já sabe, faz muito bem à saúde. Traz muitos benefícios aos Sistemas Respiratório e Cardiovascular, fortalece os músculos, é bom para regularizar o intestino, baixar o colesterol, perder peso e muitas outras coisas.
É recomendado para todas as idades, sendo que para os idosos é sempre melhor consultar um médico antes de começar a rotina dos exercícios físicos. Para um bom desenvolvimento e crescimento, começar a atividade física desde criança é o ideal. Jovens e adultos levam uma vida mais tranqüila e saudável quando tem o hábito de se exercitarem.
O importante é sempre fazer o que se gosta, andar ou correr, qualquer exercício é bom, ainda mais quando combinado à uma alimentação nutritiva. Principalmente para quem quer perder peso, um bom exercício aeróbico e refeições balanceadas são necessários para tal mérito. Um ponto é não fazer exercício nem quando estiver em jejum e nem com o estômago cheio.
Caminhar é um dos melhores exercícios físicos, um estudo feito na Universidade de Harvard revelou que este tipo de atividade reduz até 50% o risco de males cardíacos nas mulheres. Previne a hipertensão arterial, reduz os níveis de colesterol, ativa a circulação sanguínea, diminui em 17% o risco de um infarto, aumenta a capacidade cardiopulmonar e melhora também a freqüência cardíaca.
Para quem faz atividade física tem também que estar sempre de olho na quantidade de água que está perdendo. A reposição de água é super importante para o organismo. A dica é beber água antes, durante e depois da caminhada.
Atividade física é um fator essencial para a saúde dos ossos. Os benefícios dos exercícios para o esqueleto têm se manifestado por todo o ciclo de vida. Exercícios podem: afetar positivamente o pico de massa óssea em crianças e adolescentes; auxiliar a manter ou mesmo promover um modesto aumento na densidade óssea em adultos; auxiliar na diminuição da perda de massa óssea devida à idade em adultos mais velhos
Além de todos os benefícios já falados, um ponto interessante e importante é a força que o exercício dá às pessoas com depressão ou com o ânimo lá em baixo. Quando um indivíduo está praticando atividades físicas, o corpo libera uma substância chamada endorfina que é responsável pelo bem estar e auto-estima, fazendo com que esta pessoa venha a ter muitas melhoras psicológicas.
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